Mudamos de endereço. Conheça o novo blog Comunicação & Tendências!

Por Maria Alana Brinker

Olá! O blog Comunicação & Tendências mudou de endereço! Agora você pode continuar lendo nossos posts acessando www.comunicacaoetendencias.com.br

Abraços, equipe Comunicação & Tendências.

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Arquivado em Comunicação, Comunicação na Web

Cozinhando com o Google: inovação nos resultados de busca gastronômica

Por Aline Alquati

Recipes

Uma das últimas novidades lançadas pelo Google é a ferramenta de receitas Google Recipe View, que permite personalizar a prcura de receitas no mecanismo de busca. Estou usando há quase dois meses o Google Recipe View e recomendo para os cozinheiros de plantão. É super prático e fácil de achar a receita que estamos procurando. Para ilustrar o funcionamento da ferramenta para nossos leitores, procurei por uma receita de almôndegas.

Ao pesquisar pelo termo meatball e logo após clicar no link Recipes, localizado na barra lateral direita, o Google exibe apenas receitas como resultados da busca. Até aí tudo bem, qualquer portal de receitas faz isso. Mas o Google faz mais: exibe as receitas dos mais diversos sites juntos e com fotos! Porém, o que é mais interessante na ferramenta e que faz o Google Recipe View se destacar dos portais de receitas é uma lista de ingredientes relacionados à receita pesquisada – exibida também na lateral direita – que permite filtrar os resultados, marcando Yes ou No, para adicionar ou excluir ingredientes. Além disso, a ferramenta exibe ratings para as receitas e é possível selecionar o período máximo de cozimento desejado e ainda selecionar o número máximo de calorias. Não é fantástico?

No Google Recipe View podemos pesquisar por receitas, mas também por alguma data comemorativa (Ex.: Christmas), chefe de cozinha (Ex.: Gordon Ramsay), algum tipo de comida (Ex.: vegan food) ou o qualquer outro termo que tenha relação com receitas. Se você não sabe o que fazer para a janta, basta pesquisar pelos ingredientes que você tem na geladeira (Ex.: eggs) ou no armário (Ex.: rice), que você encontrará a receita perfeita! No vídeo abaixo, o chefe de cozinha do Google mostra como ele pesquisa pelas receitas:


Por enquanto, essa novidade está disponível apenas nos Estados Unidos e no Japão. Entretanto, o Google.com, mesmo exibindo resultados em diversos idiomas, não oferece resultados para buscas em português tão precisos como quando utilizamos o Google.com.br. Quem pesquisar por pastel no Google.com, por exemplo, vai encontrar de tudo, menos pastel! E a seleção de ingredientes também só é possível para buscas em inglês. Vamos torcer para que essa novidade chegue logo aos demais domínios e bon appétit.

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>> Veja também: Como fazer planejamento de Marketing para mídias sociais (Parte 1)

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Arquivado em Comunicação na Web, Novas Tecnologias

Fusão e Comunicação (Parte 1)

Por Sabrina Raupp

Em novembro passado, foi publicado neste blog um post meu sobre fusões organizacionais em que comentei sobre o case Real-Santander. Dias após a publicação, entraram em contato comigo para dizer que a fusão entre os bancos não teria sido tão amigável como estava sendo “pintado”.

Meu interesse por este caso cresceu e estou aproveitando para pesquisá-lo melhor no trabalho de conclusão da minha especialização em Planejamento de Comunicação e em Gestão de Crise de Imagem. O que isso tem a ver com o blog? Bom, como publiquei primeiramente aqui, quero dividir com vocês o que fiquei sabendo até agora.

Apesar da literatura escassa sobre a atuação da Comunicação em casos de fusões e incorporações, descobri que quase nada é mencionado sobre a relação com os funcionários, colaboradores ou trabalhadores (seja lá como você prefere nominar). A grande maioria somente menciona a relação com os consumidores /clientes, como se estes não fossem afetados pelo que acontece com o público interno!

jornal Zero Hora - 20 de janeiro de 2009, pág. 21

Sobre o case Real-Santander, em meio à boataria sobre milhares de demissões e protestos dos funcionários, os representantes do Santander recusavam-se a falar com a imprensa, como se percebe nesta nota do jornal Zero Hora (à esquerda) e numa matéria do jornal Folha de São Paulo – clique aqui para lê-la.

Para termos uma ideia sobre como deve ter sido tenso o clima dentro das agências e da sede administrativa do Real, um executivo do ABN Real falou à Revista Exame o seguinte: “Na semana em que o Santander oficializou sua oferta, o banco parecia um velório. Não havia piadas nem conversas de corredor”. Leia a entrevista na íntegra aqui. Desde 2007, quando a negociação iniciou, até este ano, houve manifestações públicas dos trabalhadores do Santander e do extinto Real.

Enquanto escrevo meu trabalho sobre a importância de “fazer junto” com os funcionários, aguardo o contato das partes envolvidas neste case para darem sua versão do ocorrido. Ressalto que os fatos levantados aqui são baseados em matérias de jornais e revistas.

No meu próximo post, falarei sobre uma postura mais correta para a empresa adotar em casos de fusões. Até lá!

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>> Veja também: Case Santander: Vamos fazer juntos?

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Case Santander: Vamos fazer juntos?

Por Marina Alano

É notável que as empresas busquem cada vez mais inovar nas suas ações de marketing. As tendências, assim como os próprios clientes, mudam constantemente, e inserir um novo conceito exige muita criatividade no planejamento de mídia.

Infelizmente, muitas campanhas acabam por utilizar fórmulas antigas e que saturam em um determinado período. Na busca de um resultado rápido, muitas agências acabam só negociando valores e fazendo o que deu resultado antes.

Trazer o novo de maneira simples e eficaz não é tarefa fácil, mas as campanhas são muito mais interessantes quando fazem alguma intervenção criativa, algum placement diferenciado. Um exemplo interessante e que chamou minha atenção é o case Santander, com a ação Vamos fazer juntos?, onde o próprio conceito de juntos foi utilizado em diversas mídias quando o banco Santander integrou-se ao Banco Real. A campanha, planejada pela Agência Talent, integra o planejamento de mídia e a linha criativa do novo posicionamento. Abaixo, assista ao vídeo da ação que foi realizada em parceria com os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo.

A campanha inusitada mostra o novo posicionamento do banco e uma nova cultura, a colaborativa, que defende a importância de trabalhar em conjunto com todos os públicos, dada a fusão das culturas do Real e do Santander. Na comunicação ela vem traduzida pelo conceito juntos. Para reforçar a proposta do banco, a Talent ousou e convenceu concorrentes históricos a se juntarem e a apoiarem a ideia em uma ação inédita. Na mídia impressa, assinantes do Estadão e da Folha receberam em suas casas os dois exemplares juntos. Um mesmo pacote trouxe os dois veículos e um anúncio propondo: Tomar decisões levando em conta mais pontos de vista. Vamos fazer juntos? Mais de 1.000  pessoas extras foram contratadas e 3.000 mobilizadas, além de 1.200 veículos para entregar juntos Folha e Estadão.

Já no rádio, eles juntaram em um programa jornalístico profissionais de diferentes emissoras – Jovem Pan, Eldorado, BandNews e Bandeirantes. o programa foi transmitido simultaneamente na manhã em todas estas rádios, mostrando os diferentes pontos de vista dos veículos e possibilitando a todos estarem juntos nesta ação. Veja, abaixo, como foi:

Exemplos como estes mostram como é possível inserir o conceito de forma criativa e diferenciada. A campanha não só expande o conceito de juntos como liga o cliente ao banco de forma que ele se identifique verdadeiramente com esse conceito. É a junção de criatividade, inteligência e direcionamento. Sinônimo de sucesso!

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>> Veja também: Fusão Organizacional: como fica a cultura? O case Real-Santander

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Liberdade de expressão x Lavação de roupa suja online

Por Emanuela da Silva

Uma das grandes polêmicas envolvendo as redes sociais no momento são as declarações preconceituosas do deputado federal (PP-RJ) Jair Bolsonaro no Twitter e no programa CQC sobre gays, negros e apoio à ditadura. Elas tiveram o efeito bombástico na sociedade de maneira geral. Houve processos, manifestações em todas as mídias e milhares de twitteiros mostrando indignação com este caso.

Há algumas semanas, outro ponto crítico que virou piada em sites e programas humorísticos – não só online, mas também em veículos de comunicação – foi a questão do blog da cantora Maria Bethânia, que obteve a liberação da verba da Lei Rouanet de mais um milhão de reais concedida pelo Ministério da Cultura. Os internautas ficaram revoltados, e cada um expressou a sua maneira. Comunidades, fóruns e blogs mencionaram o assunto. Anônimos, celebridades, jornalistas, artistas e humoristas aproveitaram a polêmica para elevar o número de acessos com vídeos de piadas, como no blog Bobagento.

A classe política vem ganhando destaque nas redes sociais com escândalos e polêmicas. Agora foi à vez do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC – SP), que disse via Twitter: “Os africanos descendem de um ancestral amaldiçoados por Noé”. A declaração surtiu efeito desastroso; em minutos, as outras mídias estavam reportando o fato que gerou inúmeras contradições. O deputado diz que o continente africano repousa sobre o paganismo, o cultismo, a miséria e as doenças oriundas de lá como o ebola e AIDS, bem como a condenação por parte dele na questão da orientação sexual, em que ele afirma que há possibilidade de o primeiro ato homossexual ter origem africana. Saiba mais sobre o assunto neste link.

Nos EUA, o Facebook está sendo processado em um bilhão de dólares por não ter removido com agilidade conteúdo de uma página que incitava a violência contra judeus. Em janeiro, a cantora Gal Costa postou no Twitter: “Como na Bahia as pessoas são preguiçosas! Técnico do ar-condicionado não pode terminar o trabalho porque está com dor de cabeça. Essa é a Bahia!” Após receber críticas de um seguidor, Gal Costa reagiu: “Não é racismo, meu filho, é realidade!”

A VELHA FRASE: “O DIREITO DE UM TERMINA QUANDO COMEÇA O DO OUTRO”

O espaço virtual é livre e aberto para qualquer tipo de manifestação, mas até que ponto podemos expor a nossa opinião independente de quem ela possa atingir? Não se questiona o poder da comunicação via web, mas sim a forma de utilização dele. Na China, por exemplo, o sistema é monitorado pelos sensores do governo. Sem dúvida é uma maneira de vigiar a população. Nós, ocidentais, estamos presenciando vários incidentes devido à má utilização da liberdade no meio virtual, gerando discussões sobre a liberdade de expressão e a correta utilização deste meio.

Alguns especialistas em Comunicação afirmam que a comunicação não existe nas redes sociais. Este assunto foi discutido no Web Expo Forum 2011, na palestra “E agora? O futuro chegou!”. Para eles, os usuários da Internet têm uma falsa visão de interação. Já o site Observatório da Imprensa divulgou no último dia 22 um estudo que fala sobre a utilidade das redes sociais nos momentos de crise (como na do Egito), e afirma que a inclusão digital deve fazer parte do currículo escolar bem como o uso das redes sociais é um método alternativo de ensino para jovens.

Em relação à eficácia das redes no processo comunicativo, é cedo para traçar parâmetros, pois há uma diversidade de possibilidades e hipóteses. Quanto à utilização do espaço virtual, devemos lembrar que o bom senso deve prevalecer diante de algumas circunstâncias, principalmente aquelas envolvendo um grande número de pessoas. Isso não fere o direito de liberdade de expressão, ou teremos futuramente a censura virtual. A censura é um retrocesso. Trazê-la à tona seria fechar os olhos para o futuro.

Fontes :

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=634MON003

http://comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&idnot=58233&editoria=1193

http://info.abril.com.br/noticias/internet/facebook-processado-em-us1-bi-apos-intifada-03042011-1.shl

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/03/blog-de-maria-bethania-sofreu-ajuste-orcamentario-de-r-440-mil.html

http://www.vitoriadaconquista.com.br/2011/02/06/preconceito-volta-a-discussao-apos-praticas-ofensivas-na-internet/

http://www.midiassociais.net/2010/10/o-uso-das-redes-sociais-como-metodo-alternativo-de-ensino-para-jovens/

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>> Veja também: Neuromarketing na Política é ético?

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Como fazer planejamento de Marketing para mídias sociais (Parte 2)

Por Maria Alana Brinker

No primeiro post, mostramos as etapas iniciais e mais básicas do planejamento de Marketing adaptado às mídias sociais. Neste, você poderá conferir etapas não tão comuns na estrutura de um planejamento, mas que ajudam a torná-lo melhor e mais completo. Seguem elas:

9 – conteúdo (é muito comum a criação de canais em mídias sociais sem que antes haja um planejado do conteúdo a ser veiculado neles. Isso pode ocasionar a perda de foco e, consequentemente, a dificuldade na retenção do público-alvo. Por isso, nesta etapa devem ser definidos os tipos de assuntos – minha sugestão é dividi-los em categorias, para facilitar a organização -, o padrão de escrita – que deve ser adequado ao público-alvo – e a previsão da frequência das postagens);

10 – relacionamento (todo cliente quer ser bem tratado, sentir-se importante e único. Com o internauta não é diferente. Crie ações que o valorizem, o fidelizem e o deixem mais próximo.);

11 – críticas (a exposição a críticas, ou mesmo à chance de passar por uma crise, pode ser maior ou menor dependendo da área em que você ou seu cliente atua. Mas uma coisa é certa: independente do ramo, qualquer um está sujeito a situações como estas, ainda mais se tratando do ambiente da web, onde as informações são disseminadas com grande rapidez. Por isso, o ideal é estar preparado para responder, de maneira adequada e rápida, a qualquer questionamento, e saber posicionar-se diante de uma possível crise. Uma dica é eleger um ou mais responsáveis para isso dentro do planejamento.

Dica: se você vai utilizar canais como blog e / ou site, não esqueça dos critérios de usabilidade. Na dúvida, consulte o Consórcio World Wide Web (W3C) .

O texto de hoje foi baseado no post de Mayko Franceschi, consultor de Marketing Digital da Magoweb.

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>> Veja também: Como fazer planejamento de Marketing para mídias sociais (Parte 1)

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Como fazer planejamento de Marketing para mídias sociais (Parte 1)

Por Maria Alana Brinker

Se você trabalha com mídias sociais ou apenas gerencia o seu próprio perfil, sabe que o retorno e o seu desempenho dependem de uma série de fatores, como: tipo de conteúdo divulgado, quem segue você, quantas pessoas leem seus textos, quantas vezes as informações que você posta são compartilhadas e por quem, que tipos de comentários recebe etc.

Cada vez que um novo canal de mídia social é criado, surgem diferentes termos, parâmetros e regras que definem desde seu ranking ou page rank na web até uma posição melhor nos buscadores – neste caso falamos de SEO (Search Engine Optimization). Até aí, tudo bem. Criar perfis nas mídias sociais não tem mistério. Mas, e gerenciá-los? Você já pensou que para conseguir bons resultados com suas ações nas mídias sociais é necessário um bom planejamento?

A ansiedade em divulgar informações pode fazer com que os retornos – tanto de imagem como os financeiros – obtidos através das mídias sociais sejam muito diferentes dos objetivos traçados. Isto acontece porque, muito provavelmente, as pessoas que você adiciona / segue e o conteúdo postado / replicado não foram planejados. “Peraí”, então faltou delimitar onde você queria chegar.

COMO FAZER PLANEJAMENTO DE MARKETING PARA MÍDIAS SOCIAIS

Todo planejamento de Marketing tem uma estrutura básica, que é adequada às necessidades e ao contexto da situação. Para as mídias sociais não é diferente, e você pode começar com as seguintes etapas, nesta ordem:

1 – objetivo (definir o que se pretende com a realização das ações, onde se deseja chegar);

2 – público-alvo (quais os tipos de pessoas que deverão receber as informações divulgadas);

3 – análise externa ou da concorrência (aqui é importante fazer o levantamento das oportunidades e ameaças);

4 – análise interna (neste item, devem ser analisados os pontos fortes e fracos do cliente ou do seu próprio negócio);

5 – escolha dos canais (depois de definido o público-alvo, pesquise os canais onde ele está presente e analise em quais você quer investir);

6 – check list (nesta etapa, será definido quem faz o quê);

7 – monitoramento (este item é um dos mais importantes do planejamento, porque é ele que mostrará se as ações estão sendo efetivas ou não. O monitoramento pode ser realizado através de pesquisas, enquetes e relatórios.);

8 – cronograma (o bom e velho cronograma nunca pode faltar, e deve ser levado a sério. Lembre-se que atrasos frequentes no cumprimento das tarefas podem significar problemas no processo.).

Dica: nem sempre quantidade é sinônimo de qualidade! Dependendo do negócio do cliente e do objetivo que se tem com a criação do perfil, vale mais a pena seguir / adicionar 200 pessoas que tenham características e comportamentos do público-alvo do que 1.000 que não tenham.

No próximo post, que será veiculado depois de amanhã, confira a 2ª parte do planejamento de Marketing para mídias sociais. Não perca!

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>> Veja também: Métricas no Marketing Digital e Google Analytics – saiba como medir resultados na Internet

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