Comentário sobre o trabalho de Evolução das Mídias (parte 1)

A pesquisa que realizamos para o trabalho a respeito de Evolução das Mídias acrescentou-nos conhecimentos importantes com relação à utilização das diversas ferramentas de Comunicação na internet.

Nosso trabalho foi dividido em três partes, para que os três componentes do grupo (eu, Natali e Pedro) pudéssemos nos focar mais em uma determinada área.

Eu me aprofundei mais sobre a Comunicação Dirigida na internet, visto ser ela uma das principais estratégias das ações de Relações Públicas. Natali ficou com a parte de jornalismo na web, e Pedro com as ferramentas de relacionamento, como MSN, Orkut, ICQ etc.

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Usabilidade: fator indispensável na internet.

O aumento do número de internautas no Brasil – hoje são mais de 40 milhões – é um indício de que as pessoas estão permaneceno cada vez mais tempo em frente ao computador.

Devido a características como rapidez e instantaneidade (que permitiram a comunicação entre pessoas situadas a longas distâncias), e ao amplo acesso a informações, a internet tornou-se ferramenta indispensável no trabalho, em algumas pesquisas escolares e acadêmicas, em práticas como o comércio de produtos e serviços e, até mesmo, nos relacionamentos afetivos. Mas, o crescimento da utilização dessa ferramenta tem apontado para uma preocupação constante para aqueles que produzem sites, portais e páginas: o fator usabilidade.

Permitir que o internauta tenha fácil acesso às informações que busca, e rapidamente, é quase uma obrigação para quem constrói um site, visto que as pessoas costumam permanecer um pouco mais de 7 segundos em algum ambiente virtual caso não achem o que estão procurando. Além disso, primar pela usabilidade no planejamento desses ambientes, proporciona ao usuário facilidade de aprendizado, maior memorização e, ainda, diminui os erros que ele poderá vir a ter na utilização de algum programa, por exemplo.

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A Linguagem Eletrônica de Cada Dia

Ao visitar a exposição “+ FILE POA”, que está acontecendo no Santander Cultural, deparei-me com obras um tanto exóticas, mas que utilizam de linguagem eletrônica e recursos visuais, auditivos e táteis bastante presentes na rotina de quem já está acostumado com o computador.

Produzidas por autores de diversos países, como Holanda, Brasil, Coréia do Sul, EUA e México, as cerca de 220 obras expostas nos pavilhões do Santander proporcionam aos visitantes, além da possibilidade de contemplação da mistura de novas tecnologias, a interatividade com jogos e projeções. Sim, projeções, onde é possível inserir a própria imagem junto à que está sendo projetada. Não entendeu o que eu escrevi? Então vá à exposição, que foi prorrogada até 4 de maio, e procure a sala onde está escrito “JUMP!” Além desta, há outras obras muito interessantes, que nos levam a refletir sobre a função do hipertexto como recurso que faz parte de uma conexão de informações quase sem fim, mas que, ao mesmo tempo, pode servir como desvio para uma leitura linear – para conferir isto que acabei de escrever, procure a obra “HIPERPOESIA”! Mas, se você gosta de jogos tente interagir na obra “FLOW, HOTEL, NAILS, SPIN, MODERN LIVING”, que tem “coisas” fora do padrão (algumas até se parecem com as propagandas da MTV), mas que são divertidas; ou na “PUPPET TOOL” – onde o público pode interferir até mesmo nos sons.

E, para os conhecedores e adoradores do Photoshop, vale a pena conferir a obra “A PERFECT FACE”: uma imagem feminina em mutação constante pelos recursos do programa.

A exposição fica aberta de segunda a sexta, das 10h às 19h. sábados, domingos e feriados, das 11h às 19h.

O Santander Cultural fica na rua Sete de Setembro, 1028, Praça da Alfândega – Centro de Porto Alegre.

Mais informações, acesse www.santandercultural.com.br .

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Web 2.0: com certeza você já usou!

Para quem ainda não teve acesso à Web 2.0, ou já ouviu falar mas teve preguiça de procurar o significado, lá vai a definição: refere-se a ambientes on-line onde os usuários podem intervir na organização do conteúdo, tornando-os, dessa forma, mais dinâmicos.

O termo foi cunhado em 2003 pela empresa estadunidense O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web, como wikis, aplicações baseadas em folksonomia¹ e redes sociais. Embora tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, o termo não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores.

Se você é estudante, provavelmente já utilizou algum ambiente da Web 2.0 – mesmo não colaborando com as informações nele presentes. Os mais comumente acessados – e, conseqüentemente, conhecidos – tendem a ser aqueles que auxiliam na descoberta dos significados das palavras e em pesquisas em geral (como o Wikipedia), garantindo o acesso rápido e fácil a informações e ambientes onde é possível a manifestação de opiniões e a ampliação dos canais de relacionamento (como Blogs, Orkut, YouTube e MSN etc.).

A maior finalidade da Web 2.0 é permitir que o próprio internauta contribua para a construção do conteúdo no qual ele mesmo e outras pessoas têm acesso, tornando a Internet mais interativa, dinâmica e possibilitando que a comunicação seja ampliada, atualizando o conteúdo informacional constantemente.

¹ Maneira de indexar informações.

Fontes:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml (Consulta realizada em 09/04/08.)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 (Consulta realizada em 09/04/08)

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Comunicação e Tecnologia

O aperfeiçoamento e o descobrimento de novas tecnologias auxilia na propagação de informações para todos os seguimentos sociais, amenizando a desigualdade de acesso às informações. Bem, pelo menos este é um dos objetivos que faz parte de muitos discursos em prol da revolução tecnológica. Mas como tornar igualitário o acesso à informação num país onde o acesso à internet, por exemplo, ainda é restrito? Segundo Marcelo Carvalho, supervisor do projeto social Estação Futuro, que mantém vários centros de popularização da internet em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro, o acesso à internet no país ainda é muito limitado. Para ele, os preços dos computadores são o principal motivo para que cerca de 128 milhões de brasileiros ainda não utilizem o serviço.

Ou seja, a tecnologia contribui (e muito!) para que a comunicação torne-se cada vez mais instantânea e ampla entre as pessoas, permitindo a “quebra de barreiras geográficas” e a rápida atualização de informações. Mas, para que ela seja eficaz – do ponto de vista comunicacional e sociológico -, é preciso que o acesso a ela seja ampliado, favorecendo a todos e não somente a uma parcela da população.

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/03/23 (Consulta realizada em 03/04/08.)

Pela Internet (Gilberto Gil)

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Mundo Virtual*

Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, pois queria aproveitar os poucos minutos de que dispunha naquele dia atribulado para comer e consertar alguns bugs de programação de um sistema que estava desenvolvendo, além de planejar minha viagem de férias, que há tempos não sei o que são. Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um suco de laranja, pois afinal de contas fome é fome, mas regime é regime, né? Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
-Tio, dá um trocado?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
Para variar, minha caixa de entrada estava lotada de e-mails. Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas. Ah! Essa música me leva a Londres e a boas lembranças de tempos idos.

- Tio, pede para colocar margarina e queijo também?
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- OK, mas depois me deixe trabalhar, pois estou muito ocupado, tá?
Chega a minha refeição e junto com ela o meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem.

- Deixe-o ficar. Traga o pão e mais uma refeição decente para ele.

Então o menino se sentou à minha frente e perguntou:

- Tio, o que está fazendo?
- Estou lendo uns e-mails.
- O que são e-mails?
- São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via Internet.
Sabia que ele não iria entender nada, mas a título de livrar-me de maiores questionários disse:

- É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Tio, você tem Internet?
- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje.
- O que é Internet, tio?
- É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual, tio?
Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.

- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Legal isso. Gostei!
- Mocinho, você entendeu o que é virtual?
- Sim, tio, eu também vivo neste mundo virtual.
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito… Virtual. Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome, e eu dou água para ele pensar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas eu não entendo, pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo. Mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida muitos brinquedos de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isto não é virtual, tio?
Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas caíssem sobre o teclado.

Esperei que o menino terminasse de literalmente ‘devorar’ o prato dele, paguei a conta e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que eu já recebi na vida, e com um ‘Brigado tio, você é legal!’. Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade, e fazemos de conta que não percebemos!

* Texto recebido de uma amiga.

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1° post para Seminário de Tecnologia e Comunicação

O que posso dizer sobre a relação que a tecnologia tem com a comunicação ficará para amanhã, pois o monitor do LICO tá desligando todos os computadores e vai chegar no meu daqui a pouco… Aaaaaahhhhhh!!!!

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É a sua primeira visita a este blog?

Em princípio, criei este blog para uma disciplina da faculdade, mas aproveito o espaço para convidá-lo a participar com sua opinião. Deixe um recado, mensagem, poema. Comente algum assunto interessante. Faça-se presente aqui!

Abraço,

Maria Alana!

It’s me!

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